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O batismo de Jair “Messias” Bolsonaro
O batismo de Jair “Messias” Bolsonaro

 

A nação brasileira passou por um momento histórico em sua política, onde Dilma Rousseff foi afastada do seu cargo de Presidente da República por 180 dias devido à abertura do processo de Impeachment ocorrida no Senado Federal.

Neste ínterim, uma importante figura da política brasileira estava em Israel para uma visita com fins diplomáticos, de conhecimento da cultura, possível reafirmação de alianças (manchada pelo governo do PT), etc. Seu nome: Jair Messias Bolsonaro. Isso mesmo! Messias faz parte do seu sobrenome, e não que ele seja “o Messias”, termo traduzido do hebraico para Ungido com referência a Jesus.

O fato mais curioso é que durante a votação do Senado, Jair Bolsonaro estava sendo batizado pelo pastor Everaldo, ambos do PSC, nas águas do Rio Jordão. Há um vídeo que mostra a confissão pública de Bolsonaro e o seu batismo pelo referido pastor.

Não há comparação, ainda que mínima, da pessoa de Jair Messias Bolsonaro com o Messias anunciado pelos profetas de Israel, a saber, Jesus o Cristo, que libertaria o seu povo e estabeleceria um reinado sempiterno.

Entretanto, há alguns pontos comuns entre ambos, no que se refere ao contexto político de suas épocas, bem como aspectos similares de cunho pessoal. Vejamos:

1 – Opressão e corrupção instauradas no cenário político-econômico.

Na época em que Jesus nasceu e exerceu seu ministério a Palestina estava sob o jugo de Roma. A alta taxa de impostos exigida pelos romanos a esta região, os abusos de poder pelas autoridades locais (Sinédrio) e a extrema pobreza da classe baixa eram fatores recorrentes de uma região que se tornara uma província romana.

Como bem sabemos o Brasil enfrenta uma das maiores crises político-econômicas com o agravo da corrupção das instituições governamentais, do fechamento de diversas empresas pela alta taxa de impostos e queda de mercado, e o aumento astronômico do número de desempregados que têm se juntado as fileiras da classe pobre da nossa nação.

2 – O anseio por um libertador político, um Messias.

O povo de Israel nos tempos de Jesus tinha a esperança de que o Messias, anunciado pelos profetas antepassados, logo surgiria para por um fim aos desmandos de Roma, restabelecendo a paz e autonomia de Israel. A nação brasileira clama por alguém que a liberte das amarras da corrupção que encarceraram as esperanças de um país melhor.

Corrupção esta que tem a sua raiz firmada na esdrúxula ideologia política de esquerda que atua como uma peste ao longo da história, devastando nações inteiras que experimentaram a sua implementação como: Cuba, Venezuela, diversos países africanos, países de inspiração soviética como a Índia, ditaduras como a Coreia do Norte, etc.

Felizmente o partido mais corrupto da história do Brasil caiu com o impeachment de Dilma Rousseff. A esperança de uma nova liderança, liberal (economicamente) e conservadora, representada na pessoa de Jair Bolsonaro, então candidato à presidente nas eleições de 2018 se consolidou na opinião do povo brasileiro.

3 – O combate de um status quo vigente.

Quando Jesus se apresenta como o Cristo (termo grego para Ungido), os principais do Sinédrio, ainda que sob o domínio de Roma, com medo de “perder a mamata”, seduzem o povo e convencem as autoridades romanas a condenar Jesus como um agitador e por quebrar a Lei de Moisés. Jesus combateu duramente o status quo de sua época, e como todos sabem, acabou sendo crucificado e morto.

Devido às opções para a presidência do nosso país ser todas voltadas para o pensamento de esquerda, o único candidato com maior possibilidade de vitória e que apresenta um perfil libertário dos grilhões da ideologia de Marx, Lênin, Gramsci e Cia., instauradas em nossa nação, é o então candidato Jair Messias Bolsonaro. Bolsonaro fez pesadas críticas ao pensamento de esquerda, à implantação de uma possível ditadura do proletariado, à cultura de ódio entre as classes, ao excesso de controle estatal, etc.

Com isto ganhou notória visibilidade com seu perfil conservador. Por outro lado, também foi massacrado por alas governistas, artistas e pessoas ligadas ao Partido dos Trabalhadores, que nada mais são do que um câncer introduzido em nosso meio, alimentado com o nosso próprio dinheiro, ou seja, dinheiro dos verdadeiros trabalhadores deste país.

Mais uma vez reforço que Jair Messias Bolsonaro nem de perto se compara a Jesus Cristo.

A natureza de cada um e o objeto das suas funções eram totalmente diferentes. Porém, vale ressaltar que o batismo de Bolsonaro no Rio Jordão somado ao impeachment da ex-presidente Dilma, de alguma maneira desperta um fio de esperança no povo brasileiro, em especial dos cristãos protestantes, de que Bolsonaro pode vir a ser o libertador que o Brasil tanto espera para sair desta crise ética, política e econômica sem precedentes na história da nossa República.

Esperamos que o senhor Jair Messias Bolsonaro, com suas falhas e defeitos, possa compreender a grandiosidade deste ato batismal, a fim de que sejam produzidos frutos dignos de arrependimento e de honestidade em sua vida particular e carreira política.

Que Jesus Cristo, o verdadeiro Messias, seja o modelo de conduta do atual presidente da República, para assim se tornar um excelente chefe de Estado segundo a soberana vontade de Deus.

 

Fonte: Gospel Prime – Jocinei Godoy

 

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